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O dinheiro em papel não vai existir nos próximos 10 anos – o FMI e os grandes banqueiros sabem

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Num painel no Fórum Económico Mundial, líderes discutiram o futuro do universo financeiro. E ele é muito incerto

Uma sala cheia de banqueiros e profissionais do mercado financeiro preocupados com o futuro. Quando Gillian R. Tett, editora do jornal britânico Financial Times, pergunta quem naquela sala acreditava que o dinheiro de papel vai acabar, várias mãos se levantaram. Mas uma delas chamou mais atenção: é a de Christine Lagarde, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI). Num painel intitulado "A transformação das finanças", noFórum Económico Mundial, em Davos, Suíça, grandes nomes debateram no dia (20/01) o incerto futuro das transações financeiras.

Fintechs, moeda virtual e novas regulações. É consensual que o sector está em transformação, mas é difícil saber qual é o impacto de tantas mudanças. Lagarde ressaltou que, entre os mais jovens, muitos não têm relação alguma com os bancos tradicionais. Mesmo assim, usam serviços financeiros. 

Ela destaca que ainda se sabe pouco sobre moedas virtuais. De um lado, podem ser muito práticas e eficientes para o cliente. Por outro, podem ser "um grande instrumento para o crime" e "uma ameaça à estabilidade financeira e às políticas monetárias". É preciso repensar tudo. Recentemente, o FMI divulgou um documento no qual faz os seus primeiros estudos em relação a essas mudanças. Com tantas coisas a acontecerem, existe uma urgência para que os reguladores e instituições federais vejam esse movimento. Mas todos reconhecem o problema: não dá para saber muito bem o que regular. Tudo é novo.

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