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CTA reforça cooperação com empresários angolanos e bielorrussos

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A CTA rubricou, na última quarta-feira, dia 31 de Agosto, dois memorandos de entendimento. Um com o Conselho das Associações Empresariais de Angola (CAEA) e outro com o Centro Nacional de Marketing e Estudo de Preço da Bielorrúsia (NCM&PS), visando o fortalecimento das relações entre empresários moçambicanos e daqueles países.

O memorando assinado com o CAEA tem por objectivo, o desenvolvimento de programas de intercâmbio de informações relevantes para o desenvolvimento das redes empresariais dos dois países nas áreas de exploração de petróleo e gás natural, logística de petróleo e agronegócios.

Para o alcance e cumprimento do objectivo específico do presente memorando, as partes priorizarão a troca de experiências entre os associados das duas partes; cooperação entre os associados no ensino e aprendizagem; cooperação na realização de ciclos de conferências e visitas de formação visando promover e desenvolver a aprendizagem entre as empresas associadas segundo os princípios de igualdade, reciprocidade e interculturalidade. Igualmente, deverão priorizar o apoio recíproco de assessoria entre as partes em matéria técnico-profissional, mediante o intercâmbio de pessoal técnico; e apoio e suporte ao fomento de negócios entre as empresas associadas de ambos países.
“Angola é um país com uma vasta experiência numa área onde nós ainda estamos a dar os primeiros passos, nomeadamente a área de petróleo e gás. Nesta área, Angola tem uma longa experiência que importa Moçambique, sobre como é que este sector se organiza de modo que as empresas nacionais tirem proveito desses recursos naturais, não apenas beneficiem as multinacionais. Vemos isto de forma muito clara em Angola, onde os angolanos estão a beneficiar grandemente dos seus recursos, nós também queremos ter essa experiência de maneira que possamos ganhar benefícios”, explicou Luis Sitoe, Director Executivo da CTA.
Num outro desenvolvimento, Luis Sitoe sublinhou: “Os dois, são países africanos, mas com condições agroecológicas distintas. Há coisas que só se produz em Moçambique, mas também há coisas que só se produz em Angola, portanto, é importante que façamos trocas comerciais desses produtos”.
O Director Executivo da CTA referiu-se ao aumento dos investimentos de origem angolana em Moçambique, sobretudo na área imobiliária e outras, e a existência de moçambicanos que também estão a investir em Angola.
Portanto, sublinhou Luis Sitoe, “queremos que através deste memorando possamos catapultar estas iniciativas que já estão no lugar, mas também alargar as áreas de cooperação e colaboração entre os dois países”.
“Nós, como CTA, iremos receber e divulgar oportunidades de negócios existentes em Angola, e a CAEA também vai divulgar as oportunidades de negócios existentes em Moçambique. Há uma boa colaboração ao nível político, que tem que ser aproveitada e complementada por esta colaboração na área económica que vai ser reforçada com a assinatura deste memorando”, concluiu.
Por seu turno, o vice-presidente do CAEA, Eliseu Gaspar, referiu que o presente memorando vem fortalecer as relações comerciais e económicas existentes entre os dois países.
“Moçambique e Angola, pelas posições geoestratégica que ocupam (Moçambique no Índico e Angola no Atlântico) têm condições privilegiadas para relançar a tão propalada integração regional que os nossos governos têm em perspectiva. Agora está a decorrer a reunião dos chefes de estados e de governos da SADC e um dos objectivos desta reunião é a mobilização de recursos para a promoção do desenvolvimento e industrialização dos países da região austral de África. Pela posição geoestratégica de Moçambique e Angola, entendemos que estes dois países têm condições privilegiadas para liderarem este processo, não só na captação de recursos, como na implementação do processo de industrialização da nossa religião”, explanou Gaspar, dando como exemplo: “Há condições favoráveis para ligar Moçambique e Angola via caminho-de-ferro de Benguela e promover negócios nos países onde esse corredor vai atravessar. Portanto, este acto marca o início de um grande desafio”.
No mesmo dia, a CTA assinou um outro memorando de entendimento com o Centro Nacional de Marketing e Estudo de Preço da Bielorrússia. Segundo reza o memorando, as partes devem prestar assistência na criação e desenvolvimento de contactos de negócios entre empresas dos dois países; compartilhar informações económica em web-sites das partes, com vista a facilitar a realização dos eventos nacionais e internacionais (fóruns de negócios, exposições, feiras e congressos).
Segundo o Director Executivo da CTA, Luis Sitoe, este memorando de entendimento visa a troca de informações sobre preços e mercados, e promoção de oportunidades de negócios e investimentos nos dois países.
“As informações sobre oportunidades de negócios e investimentos serão veiculadas através das nossas plataformas de comunicação. Toda a informação que é de interesse empresarial será publicada no website e em outras plataformas da CTA, e também no website do Centro Nacional de Marketing e Estudo de Preço da Bielorrúsia”, explicou Dr Luis Sitoe, sublinhando que este não é o primeiro memorando de entendimento que a CTA assina com instituições da Bielorrússia. “Também temos memorando de entendimento com a Câmara de Comércio da Bielorrússia, mas esta é uma instituição estatal que também promove oportunidades de negócios”, concluiu.
Aliaxander Zapolsky, Director da NCM&PS, destacou a importância deste memorando, realçando que o mesmo vai ajudar na criação e desenvolvimento de contactos de negócios entre empresários dos dois países e espera que a assinatura deste memorando venha reforçar as relações comerciais já existentes entre empresas dos dois países.

 

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