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CTA reúne-se com Associação Moçambicana de Bancos

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- O Empresário Rogério Manuel diz que não teve nenhum posicionamento sobre os bancos, apenas fez leitura dos indicadores do Banco Central

O Conselho Directivo da CTA manteve um encontro, nesta segunda-feira, dia 21 de Novembro, com a Associação Moçambicana de Bancos (AMB), para analisarem a actual situação dos bancos e as medidas que têm vindo a ser tomadas pelo Banco Central. Depois de muita agitação verificada semana passada, após o anúncio do cancelamento da licença de funcionamento do Nosso Banco, no encontro com a AMB verificou-se que a situação tende a estabilizar-se.

 

Segundo Rogério Manuel, Presidente da CTA, sendo a Associação Moçambicana de Bancos membro da CTA, o encontro desta segunda-feira foi de rotina e tinha em vista a troca de informações sobre a actual situação dos bancos e do encontro solicitado com o Governador do Banco de Moçambique.
“O encontro de hoje foi de rotina, como sabeis a Associação Moçambicana de Bancos é membro da CTA. Falamos da situação financeira e nos assessoramos sobre o encontro que teremos com o Banco Central. A Associação está solidária com o que aconteceu com o Moza e o Nosso Banco. Mas, o maior interesse deste encontro era mesmo de nos assessorarmos no sentido de termos um encontro com o Banco Central”, referiu Rogério Manuel, para depois esclarecer que, na semana passada, não emitiu nenhum posicionamento sobre a situação dos bancos, apenas fez leitura dos indicadores que têm vindo a ser lançados pelo Banco de Moçambique. “São indicadores do Banco e fiz leitura desses dados, não que tenha tomado uma posição sobre a situação dos bancos”.
O Presidente da CTA reitera que o Banco de Moçambique deveria ter intervencionado o Nosso Banco, tal como o fez com o Moza Banco para evitar prejuízos.
“Dizer que só eram novecentas empresas mais alguns depositantes, não quer dizer que deixa de ser um banco licenciado pelo Banco Central, acho que o tratamento deveria ter sido o mesmo para salvaguardar os interesses dos clientes”, salientou Rogério Manuel.
Por seu turno, o Presidente da Associação Moçambicana dos Bancos, Teutónio Comiche, disse que “é preciso concentra-se nas políticas do Banco de Moçambique, pois é a instituição que tem toda a informação relacionada com o sistema financeiro e temos que depositar confiança nela”.
“O Banco de Moçambique é que faz a supervisão dos bancos, e temos que confiar nas informações que nos fornece, e cada um está livre de fazer análise e expressar a sua opinião. O importante é que a entidade reguladora está a acompanhar a situação e a mensagem que transmite é de tranquilidade porque a situação está estável”, disse Comiche.

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