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Sector de caju debate-se com problemas de comercialização

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A Associação dos Industriais de Caju (AICAJU) reuniu-se, semana passada, em Nampula, com o governador provincial, Victor Borges, para apresentarem as preocupações do sector. No encontro, foram levantados constrangimentos relacionados com a comercialização, processamento e exportação da castanha de caju.

 

O sector de caju, em Nampula, debate-se com constrangimentos que condicionam o desenvolvimento das empresas que operam neste sector. No encontro havido, semana passada, com o governador provincial, Victor Borges, a AICAJU, representando fábricas de processamento da castanha de caju, levantou constrangimentos relacionados com especulação do preços de comercialização da castanha de caju, situação que acontece, segundo explicou-se na ocasião, porque os compradores ocasionais aparecem e pagam valores acima do preço médio de comercialização. Como consequência dessa especulação, as fábricas ficam com défice no abastecimento da matéria-prima (castanha de caju), o que obriga as fábricas a paralisarem actividades.
Em consequência deste cenário, mais de 12 mil trabalhadores perderam os seus postos de trabalho, afectando mais de 60 mil famílias.
As vias de acesso, sonegação de informação dos comerciantes, comercialização da castanha cozida (não madura) e obrigatoriedade do uso do KUDUMBA, constam do rol dos constrangimentos que os empresários do sector de caju enfrentam, agravado com o desincentivo da queda do preço internacional FOB da comercialização da castanha de caju no mercado internacional, que caiu de 4.7 USD para 4.2 USD por quilograma.
Como forma de controlar a comercialização e consequente exportação antes do período determinado, o INCAJU – Instituto Nacional de Caju, introduziu guias de trânsito para controlar a movimentação da castanha, e haverá representação do sector privado nas principais terminais e constróis de forma a garantir e evitar o contrabando e a exportação ilegal da castanha.

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