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Moçambique e Itália pretendem diversificar áreas de cooperação económica e empresarial

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No quadro da sua estratégia de diversificação de parceiros empresariais, a CTA reuniu-se, na última terça-feira, dia 6 de Dezembro, com o Embaixador da Itália em Moçambique, Marco Conticelli. As partes trocaram informações sobre oportunidades de negócios existentes nos dois países e discutiu-se sobre estratégias para diversificar os sectores de cooperação.

No encontro, a CTA explicou o seu papel no Diálogo Público-Privado com vista ao desenvolvimento do sector privado em Moçambique, e na promoção de oportunidades de negócios existentes no país. 

“Foi um encontro de cortesia, onde apresentamos os vários projectos que temos, o que fazemos, o que é possível fazer e como cooperar com as várias instituições do sector privado da Itália. Foi um encontro muito promissor e acordamos trabalhar juntos para o desenvolvimento do sector privado em Moçambique”, disse Rogério Manuel, Presidente da CTA, que acredita que a Itália pode ajudar muito a desenvolver o sector privado moçambicano dada a sua experiência em diferentes áreas económicas, destacando os sectores de hidrocarbonetos, agro-negócios, turismo, moda e design. No encontro discutiu-se sobre estratégias para diversificar os sectores de cooperação. A CTA apresentou projectos na área de agronegócios e o Embaixador da Itália mostrou-se interessado nos projectos.
“É um país com uma longa experiência, portanto, temos muito por aprender da Itália”, realçou Rogério Manuel.
O diplomata italiano congratulou o papel da CTA, e reafirmou ser uma plataforma de extrema importância no reforço das relações económico-comerciais entre Moçambique e Itália.
“Os dois países têm boas relações, mas queremos alargar para outros sectores, não somente no sector de petróleo e gás, mas também no turismo, agricultura, construção civil e serviços. Há muito investimento italiano em Moçambique, um dos principais investidores estrangeiro em Moçambique é a companhia italiana que opera na área de gás, cujo Conselho Directivo acaba de aprovar um investimento ao projecto de gás do Rovuma”, referiu Marco Conticelli, para depois sublinhar: “Para o desenvolvimento de qualquer país é fundamental a paz, para a paz é necessário desenvolvimento, são dois aspectos que andam juntas”. 

As relações económico-comerciais entre Moçambique e Itália são actualmente intensas, mercê das recentes descobertas de grandes jazigos de gás natural efectuadas pela empresa italiana ENI na bacia do rio Rovuma, na extremidade setentrional do País.
O intercâmbio comercial entre os dois países atestou-se, nos últimos anos, com cifras de pouco superiores aos 400 milhões de euros. Em 2015, a Itália foi o quinto parceiro comercial de Moçambique (depois da África do Sul, China, India e Zimbabwe) e o primeiro parceiro entre os Países da União Europeia.
As exportações italianas são constituídas principalmente por mecânica instrumental, produtos metalúrgicos e produtos químicos. A Itália regista, contudo, tradicionalmente um saldo comercial negativo com Moçambique, devido às consideráveis importações de alumínio.
Em Moçambique, existem, actualmente, cerca de quarenta empresas italianas, activas principalmente nos sectores de hidrocarbonetos, construção e infra-estruturas, turismo, logística e transportes, bens de consumo.
O stock de investimentos italianos, cerca de 2 mil milhões de euros em 2015, coloca Itália na quinta posição entre os principais investidores em Moçambique, depois dos Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e África do Sul.

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