LOGIN

Login

Memorizar

       
NEWSLETTER AIM & CTA

Newsletter AIM & CTA

Subscreva-se para ter acesso a Newsletter AIM & CTA.
A+ R A-

MISSÃO EMPRESARIAL AO JAPÃO: Empresários moçambicanos identificam janelas de oportunidades

  • Visitas: 631

newsletter_43.jpg

O Sector Privado moçambicano considera ter identificado uma janela para a promoção de parcerias ou outras formas de associação empresarial com empresários do Japão, atendendo o desenvolvimento tecnológico e know-how que aquele país possui. Em Moçambique, muitos concursos públicos de grande dimensão são ganhos por empresas japonesas, com destaque para o sector de estradas, pontes e electricidade.

 

Esta informação foi avançada pelo Vice-presidente da CTA, Agostinho Vuma, no Fórum de Negócios Moçambique-Japão, que teve lugar no passado dia 16 de Março em Tokyo, no âmbito da visita do Presidente da Republica de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, ao Japão.
Agostinho Vuma propôs ao empresariado japonês para que dê primazia às empresas moçambicanas, enquadrado num programa de capacitação e transferência de tecnologias, além de priorizar a subcontratação de empresas estrangeiras.
Agostinho Vuma falou dos desafios que se impõe às relações comerciais entre Moçambique e Japão, apelando para que sejam adoptadas mediadas que incentivem o desenvolvimento de negócios, destacando o caso das certificações.
“Os nossos produtos, particularmente os frescos, em determinadas situações e por falta de certificação, têm de passar por um outro país para poder entrar no mercado japonês. E, a falta de certificação deve-se à limitada capacidade técnica para o efeito”, reiterou Agostinho Vuma.
O Vice-presidente da CTA fez menção às potencialidades que Moçambique possui no sector pesqueiro, informando que o País precisa de especialistas na inspecção do pescado que se pode fornecer ao Japão e ao resto do mundo, destacando a cadeia de oportunidades de negócios que a pesca do atum oferece.
De referir que, a Missão Empresarial ao Japão integrou uma delegação de 32 empresários moçambicanos, representando os sectores da Agricultura, Indústria, Construção Civil, Comunicação e Imagem, Turismo, Imobiliário, Transporte, Hidrocarbonetos e Recursos Minerais, Serviços Financeiros e Saúde, com objctivo de estabelecer parcerias de negócios.
certificação, têm de passar por um outro país para poder entrar no mercado japonês. E, a falta de certificação deve-se à limitada capacidade técnica para o efeito”, reiterou Agostinho Vuma.
O Vice-presidente da CTA fez menção às potencialidades que Moçambique possui no sector pesqueiro, informando que o País precisa de especialistas na inspecção do pescado que se pode fornecer ao Japão e ao resto do mundo, destacando a cadeia de oportunidades de negócios que a pesca do atum oferece.
De referir que, a Missão Empresarial ao Japão integrou uma delegação de 32 empresários moçambicanos, representando os sectores da Agricultura, Indústria, Construção Civil, Comunicação e Imagem, Turismo, Imobiliário, Transporte, Hidrocarbonetos e Recursos Minerais, Serviços Financeiros, e Saúde, com objctivo de estabelecer parcerias de negócios.

Newsletter_43_5_PT.jpg

 

Empresários fazem avaliação positiva

Newsletter_43_3PT.jpg

Para Inocêncio Paulino, empresário dos sectores de construção e imobiliária, a missão foi produtiva e muito promissora, a avaliar pelo nível de contactos de parcerias estabelecidos com empresários japoneses. 

“Particularmente, faço uma avaliação positiva da visita do Chefe de Estado moçambicano ao Japão, a avaliar pelo aumento do volume de investimento e perspectivas de incremento das relações comerciais entre os dois países. Para os empresários, de ambos países, foi uma boa oportunidade para troca de contactos e sobretudo para aprender outras formas de fazer negócio”, referiu Inocêncio Paulino.
Munir Sacoor, empresário moçambicano a operar no sector de energia, também avalia positivamente a missão ao Japão e disse que os moçambicanos têm muito por aprender com os japonese, sendo por isso necessário aproveitar esta abertura do Japão para troca de experiência e transferência de know-how.
“Faço uma avaliação positiva da missão e devo dizer que temos muito por aprender com o Japão e foi uma oportunidade para fazermos parcerias com multinacionais de maneira que tenhamos o know-how que elas possuem”, disse Munir Sacoor.

Submit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

Add comment


Security code
Refresh