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Os progressos da CTA

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Na sua intervenção, Rogério Manuel, Presidente Cessante do Conselho Directivo que passou a Presidente de Mesa da Assembleia Geral, fez referência às conquistas registadas ao longo dos últimos seis anos (correspondentes a dois mandatos) em que dirigiu a CTA.

Nestes últimos seis anos, a CTA prosseguiu com o Diálogo Público-Privado (DPP) conducente às reformas para a melhoria do ambiente de negócios. Neste âmbito, a nível do DPP o modelo foi reformulado passando a ser formal através de assinatura de um Memorando de Entendimento com o Governo sobre a agenda de prioridades das reformas.
Ao longo destes anos, o movimento associativo a nível nacional foi fortalecido através da capacitação institucional, com destaque para a criação da Casa do Empresário e delegações da CTA nas províncias e disponibilização de meios de trabalhos às associações.
Nestes dois mandatos, a CTA expandiu as suas actividades para o nível distrital, estabelecendo Conselhos Empresariais Distritais (CED´s), que servem de elo de ligação entre os CEP´s e os distritos, no sentido de estar a par da conjuntura económica e viver os problemas que a camada empresarial enfrenta.
A CTA alcançou durante este período, uma independência financeira passando a financiar com fundos próprios as despesas do seu funcionamento e fortaleceu o Provedor do Empresário, passando a ser mais actuante.
Dada a sua grande contribuição à economia, o Governo atribuiu à CTA o estatuto jurídico de Entidade de Utilidade Pública, através do qual o Governo reconhece que a CTA tem vindo a desempenhar um papel relevante na sociedade, prossegue fins de interesse nacional e comunitário e coopera de forma significativa com a Administração Pública. Este estatuto vem espelhar ainda o reconhecimento do Governo em relação às diversas acções que a Confederação tem vindo a levar a cabo em prol do desenvolvimento económico de Moçambique.
Apesar dos constrangimentos e vicissitudes enfrentadas pelo País, que condicionaram a implementação de algumas actividades planificadas, a CTA no período de 2011-2016 logrou criar património corpóreo, tendo adquirido um edifício onde passou a ser a sua sede, bem como dois espaços no Millennium Park que foram rentabilizados. O edifício adquirido oferece boas condições de trabalho, transformando-se numa verdadeira casa do empresário nacional.
Rogério Manuel referiu que a CTA ainda tem desafios pela frente, dentre eles, a conclusão da construção das 10 casas de empresário, sendo uma em cada província. Neste sentido, apelou ao novo Presidente a dirigir sabiamente a CTA de forma a torná-la forte, organizada e influenciadora e capaz de desencadear mudanças no quadro geral relevante aos negócios em prol da competitividade, crescimento e contribuição empresarial no desenvolvimento económico do País.
“Que a CTA continue a trabalhar em prol de um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento do Sector Privado e para um movimento associativo forte e participativo, socialmente responsável, capaz de influenciar as reformas económicas e desenvolver competitividade e qualidade empresariais. Uma CTA que almeje ter um sector empresarial dinâmico e competitivo que contribua para o bem-estar económico e social dos moçambicanos”, concluiu Rogério Manuel.

 

MATRIZ DE PRIORIDADES DE REFORMAS:
Governo diz que estão criadas condições para continuar com o trabalho

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Na sua breve intervenção, o Ministro da Indústria e Comércio, desejou muitos êxitos aos Órgãos Sociais empossados na prossecução dos objectivos que se propuserem a executar.
“Esperamos que, com a tomada de posse dos novos Órgãos Sociais estejam criadas as condições para a continuação dos trabalhos técnicos já iniciados envolvendo os diversos pelouros da CTA, a direcção e a contraparte do Governo para que possamos cumprir os objectivos do modelo de Diálogo Público-Privado acordado entre as partes e quanto cedo possamos concluir a matriz de prioridades de reformas que devem ser cumpridos até este ano de 2017”, disse Max Tonela em representação do Governo de Moçambique, tendo de seguida destacado: “Esperamos contar com a rica contribuição e parceria dos novos Órgãos Sociais para que de forma célere e séria possamos trabalhar no aprofundamento das medidas de reforma orientadas para a melhoria do ambiente de negócios, identificando e eliminando todas as barreiras ao desenvolvimento da actividade empresarial, implementando medidas que promovam o investimento, bem como a facilitação do comércio e o desenvolvimento do sector privado em Moçambique”.

 

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Por seu turno, Salimo Abdula, na sua qualidade de Presidente Cessante da Mesa de Assembleia-Geral, falou do seu percurso no associativosto empresarial, tendo deixado um breve historial de como passou a fazer parte da CTA. Disse que entrou para o associativismo empresarial no ano 2000, pela porta da Associação Comercial de Maputo e ao longo da sua estadia na CTA, assumiu por dois mandatos o cargo de Presidente do Conselho Directivo e a Presidência da Mesa de Assembleia-Geral. Ao cessar as suas actividades, Salimo Abdula disse carregar consigo um sentimento único, o de dever cumprido e realizações. Exortou ao novo elenco a advogar pela melhoria do ambiente de negócios. Endereçou parabéns ao Conselho Directivo cessante pelo trabalho desenvolvido em prol de uma CTA cada vez mais forte e desejou muitos sucessos aos novos Órgãos Sociais.

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