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CTA estuda formas de aumento do acesso ao financiamento no sector agrário

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Um grupo de peritos da Associação de Pequenas e Médias Empresas de Vicenza (Província do Noroeste de Itália) visitou a CTA na última Quinta-feira, 27 de Julho, no quadro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Rural da Cooperação Italiana e o Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar, para a implementação de uma intervenção nas províncias de Manica e Sofala, baseada no desenvolvimento do agronegócios e promoção das PME´s da região.

A visita visava a recolha de informações para estudar a possibilidade de implementar um sistema de crédito cooperativo para a comunidade empresarial de Manica e Sofala, numa primeira fase. O principal objectivo é replicar a experiência Italiana.
O Presidente da FENAGRI, João Jeque, referiu que, a banca comercial é a versa a financiar a agricultura devido aos riscos que acarreta, e as suas taxas de juros que são elevadas, o que impede o acesso ao crédito, pelo que, o ideal é o estabelecimento de um seguro agrário.
A Bolsa de Mercadorias de Moçambique é um caminho que vai abrir espaço à banca, com a introdução de certificados de depósitos.
Na opinião do Presidente da FENAGRI, o sector agrário tem como desafios a mecanização, o aumento do uso de fertilizantes, por isso, os vários intervenientes na cadeia de valor devem ter a robustez mínima desejável. Outro desafio é a constituição de cooperativas, através da juncão de pequenas parcelas de terra de cada agricultor para permitir que haja capacidade de negociar com os detentores de crédito.
Noutra perspetivam, João Jeque referiu que, é necessário ensinar os agricultores as técnicas de gestão modernas.
Sugeriu a realização de visitas às províncias de Manica e Sofala a fim de convidar as associações que trabalham com a Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze para se criar uma cooperativa de crédito, com garantia mútua.
Noutra perspectiva, o Presidente da FENAGRI mencionou o caso do distrito de Inhaminga, Província de Sofala, onde a instalação de um Centro de Serviços Agrários resolveu o problema de mecanização. Igualmente, existe uma associação composta por 300 membros, e que o ideal seria a divisão da mesma em pequenas associações e muni-las de noções de empreendedorismo e cooperativismo financeiro.
A CTA desafiou os peritos a alargarem a iniciativa para outras províncias do país, e não se limitar àquelas duas.
Por sua vez, os peritos esclareceram que, a limitação dos fundos é que impossibilita a abrangência a outras províncias, e realçaram que, caso haja interesse dos bancos e outros parceiros, o projecto pode ser alargado.
A CTA tem interesse em fazer parceria com a agremiação, pois a questão da instituição de um fundo de garantia é de extrema relevância para o desenvolvimento da actividade agrícola.
Em termos específicos, avançou-se com o desenho de um projecto-piloto nas províncias acima mencionadas, mas os peritos pretendem interagir com outras instituições, como são os casos do Banco Terra, FDA, Banco de Moçambique, Instituto Politécnico de Manica, CEP Manica, e contam com o apoio da CTA na identificação de outras instituições parceiras.

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