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Presidente promete mais progressos na melhoria do ambiente de negócios

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Perante membros do Governo, parceiros de cooperação, corpo diplomático acreditado em Moçambique e a comunidade empresarial, o novo Presidente da CTA, Agostinho Vuma, que tomou posse na última sexta-feira, prometeu mais progressos na melhoria do ambiente de negócios tornando o Sector Privado Moçambicano mais robusto.

À comunidade empresarial, Agostinho Vuma garantiu que a CTA vai conseguir a tão almejada melhoria do ambiente de negócios e o seu elenco está convicto de que se lançou neste ciclo com o desafio de trazer soluções para as necessidades reais do sector privado e do desenvolvimento do empresariado nacional, como motor do desenvolvimento económico de Moçambique.
O Presidente da CTA disse que a sua equipa está determinada a cumprir integralmente com todas as promessas que fez e de transformar o manifesto em programa de acção que permitirá ir ao encontro das expectativas da classe empresarial.
“Pretendemos fazer dos órgãos da CTA uma unidade plural e coesa, onde a atitude e o compromisso de cada um é para com o sector privado no seu todo e para com o futuro desta Confederação. Trabalharemos na busca de alternativas urgentes para a sustentabilidade das empresas e das associações, e para a manutenção e criação de empregos”, garantiu, realçando que as associações, federações, câmaras de comércio e todos os stakeholders da CTA podem contar com a total entrega do seu elenco à causa da melhoria do ambiente de negócios.
Com a tomada de posse dos novos Órgãos Sociais, Agostinho Vuma afirmou que o Governo Central e os Governos provinciais e distritais passarão a contar com uma Confederação de Associações Económicas colaborante e genuinamente interessada na resolução dos problemas do ambiente de negócios em Moçambique. Isso, segundo sublinhou, passa necessariamente pela efectiva implementação da deliberação sobre a transformação dos CEP´s em Delegações Provinciais da CTA, por forma a incrementar o DPP a nível local e fortalecer o movimento associativo empresarial.
“Estamos empenhados em colaborar no fortalecimento do Diálogo Público-Privado. O nosso primeiro objectivo é o bom entendimento, o trabalho conjunto e profícuo. Se assim for, o país agradecerá. Porém, estamos prontos para situações de diálogo mais difícil, desde que conduza ao desiderato da melhoria do ambiente de negócios”, frisou, para depois acrescentar: “Queremos ser um parceiro activo na definição das melhores práticas na gestão das nossas micro, pequenas e médias empresas. Uma coisa asseguramos a todos os nossos parceiros, connosco podem sempre contar com a máxima franqueza, seriedade, frontalidade e transparência”.
Apesar da sua filiação política, Agostinho Vuma disse estar convicto de que a CTA não é uma sede partidária, nem um centro de contrapoder. “A minha opção é clara. Garantir, por arreigada convicção democrática, o diálogo institucional e social, como a melhor forma de ser eficaz e competente na concretização social e económica do projecto da melhoria do ambiente de negócios em Moçambique”.
A nova direcção da CTA assumiu o compromisso com a classe empresarial baseado em cinco prioridades para visando a melhoria do ambiente de negócios, nomeadamente:

  • Consolidação do Diálogo Público Privado.
  • União e coesão social e territorial do nosso movimento associativo.
  • Gestão responsável, participada e rigorosa.
  • Desenvolvimento do serviço de apoio empresarial.
  • Fomentar uma confederação segura, moderna e aberta à filiação de todos os agentes económicos, pequenos e grandes, formais e informais.

CTA ANUNCIA MISSÕES EMPRESARIAIS AOS EUA E CUBA

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No âmbito da Visita de Estado do Presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, aos Estados Unidos da América (EUA), de 13 a 15 de Junho, a CTA está a preparar uma Missão Empresarial que vai participar num Fórum de Negócios em Washington, que tem em vista promover parcerias e oportunidades de investimentos entre os empresários dos dois países. Depois dos EUA, a Delegação segue para Cuba onde o Presidente Filipe Nyusi vai efectuar uma Visita de Estado, de 15 a 18 de Junho.

O anúncio destas duas missões foi feita hoje, dia 30 de Maio, em Conferência de Imprensa convocada para o efeito. Na ocasião, o Vice-Presidente da CTA, Khabir Ibrahimo, referiu que a Missão Empresarial aos EUA tem foco nos sectores de energia e agronegócios.

Além do Fórum, está prevista a realização de B2B, bem como encontros sectoriais entre homens de negócios e visitas a empresas.

Segundo o Vice-Presidente Khabir Ibrahimo está, igualmente, prevista a realização de uma mesa-redonda, no dia 14, com investidores do sector de agronegócios.

“Uma particularidade desta missão, é que terá encontros de negócios que são multilaterais, portanto, que participam diversos países africanos como Gana, Nigéria, Marrocos na 11ª Bienal de Negócios que contará, também, com a participação do Secretário de Estado Norte-Americano”, referiu Khabir Ibrahimo.

Seguidamente, haverá a Missão Empresarial à Cuba, também no âmbito da Visita de Estado a ser efectuada pelo Presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, de 15 a 18 de Junho.

Esta Missão tem foco nos sectores de turismo, tabaco e energias renováveis.

Neste sentido, a CTA convida empresários a fazerem parte destas Missões, devendo, para o efeito, contactar a sede. 

Eleição e perfil do novo Presidente

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O novo Presidente da CTA, o empresário Agostinho Vuma, foi eleito na última Quinta-feira, 25 de Maio, em Assembleia-Geral Eleitoral convocada para eleger novos Órgãos Sociais que vão dirigir os destinos desta agremiação empresarial nos próximos três anos.

Com 56 votos, Agostinho Vuma deixou para atrás o seu concorrente Quessanias Matsombe que obteve 50 votos. Houve um voto em branco.
No caderno eleitoral estavam inscritos 112 membros, no entanto exerceram o direito de voto 107, os outros cinco estiveram ausentes.
De 41 anos de idade, Agostinho Vuma tem experiência de 16 anos como empresário, 12 anos no associativismo e federalismo empresarial, com interesses e investimentos na área de construção civil, indústria transformadora, hotelaria e turismo. Representa e é, actualmente, associado a multinacional portuguesa, com mais de 70 anos no mercado europeu e com créditos firmados na área de construção civil & obras públicas.
Membro fundador da Associação dos Empreiteiros da Cidade de Maputo onde foi presidente, depois fundou a FME – Federação Moçambicana de Empreiteiros, onde deu o seu contributo para a dinâmica do crescimento desta agremiação, consolidando a ação dos seus filiados. Na FME, exerceu o papel de Vice coordenador na Comissão Instaladora e Vice-Presidente durante 6 anos e Presidente nos últimos 7 anos. Para além de Presidente da FME, nos últimos 6 anos Agostinho Vuma foi Vice-Presidente da CTA.
Nesta capacidade, a sua liderança tem sido reconhecida pela indicação a cargos de confiança na gestão das Empresas e Organismos Públicos, designadamente, como Administrador na ANE – Administração Nacional de Estradas; Vice-Presidente na CIMLOP; Administrador no GAPI SARL e membro de Direção do PLAMA, onde emprestou o seu cunho empresarial, procurando imprimir a dinâmica que a economia exige dos fornecedores de bens e serviços públicos à sociedade.
Nestes últimos anos, teve o privilégio de conhecer a CTA por dentro. Conhece bem cada um dos seus pelouros. Conhece as Federações, as Câmaras de Comércio, as Associações e os Conselhos Empresariais a ela filiados.

Os progressos da CTA

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Na sua intervenção, Rogério Manuel, Presidente Cessante do Conselho Directivo que passou a Presidente de Mesa da Assembleia Geral, fez referência às conquistas registadas ao longo dos últimos seis anos (correspondentes a dois mandatos) em que dirigiu a CTA.

Nestes últimos seis anos, a CTA prosseguiu com o Diálogo Público-Privado (DPP) conducente às reformas para a melhoria do ambiente de negócios. Neste âmbito, a nível do DPP o modelo foi reformulado passando a ser formal através de assinatura de um Memorando de Entendimento com o Governo sobre a agenda de prioridades das reformas.
Ao longo destes anos, o movimento associativo a nível nacional foi fortalecido através da capacitação institucional, com destaque para a criação da Casa do Empresário e delegações da CTA nas províncias e disponibilização de meios de trabalhos às associações.
Nestes dois mandatos, a CTA expandiu as suas actividades para o nível distrital, estabelecendo Conselhos Empresariais Distritais (CED´s), que servem de elo de ligação entre os CEP´s e os distritos, no sentido de estar a par da conjuntura económica e viver os problemas que a camada empresarial enfrenta.
A CTA alcançou durante este período, uma independência financeira passando a financiar com fundos próprios as despesas do seu funcionamento e fortaleceu o Provedor do Empresário, passando a ser mais actuante.
Dada a sua grande contribuição à economia, o Governo atribuiu à CTA o estatuto jurídico de Entidade de Utilidade Pública, através do qual o Governo reconhece que a CTA tem vindo a desempenhar um papel relevante na sociedade, prossegue fins de interesse nacional e comunitário e coopera de forma significativa com a Administração Pública. Este estatuto vem espelhar ainda o reconhecimento do Governo em relação às diversas acções que a Confederação tem vindo a levar a cabo em prol do desenvolvimento económico de Moçambique.
Apesar dos constrangimentos e vicissitudes enfrentadas pelo País, que condicionaram a implementação de algumas actividades planificadas, a CTA no período de 2011-2016 logrou criar património corpóreo, tendo adquirido um edifício onde passou a ser a sua sede, bem como dois espaços no Millennium Park que foram rentabilizados. O edifício adquirido oferece boas condições de trabalho, transformando-se numa verdadeira casa do empresário nacional.
Rogério Manuel referiu que a CTA ainda tem desafios pela frente, dentre eles, a conclusão da construção das 10 casas de empresário, sendo uma em cada província. Neste sentido, apelou ao novo Presidente a dirigir sabiamente a CTA de forma a torná-la forte, organizada e influenciadora e capaz de desencadear mudanças no quadro geral relevante aos negócios em prol da competitividade, crescimento e contribuição empresarial no desenvolvimento económico do País.
“Que a CTA continue a trabalhar em prol de um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento do Sector Privado e para um movimento associativo forte e participativo, socialmente responsável, capaz de influenciar as reformas económicas e desenvolver competitividade e qualidade empresariais. Uma CTA que almeje ter um sector empresarial dinâmico e competitivo que contribua para o bem-estar económico e social dos moçambicanos”, concluiu Rogério Manuel.

 

MATRIZ DE PRIORIDADES DE REFORMAS:
Governo diz que estão criadas condições para continuar com o trabalho

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Na sua breve intervenção, o Ministro da Indústria e Comércio, desejou muitos êxitos aos Órgãos Sociais empossados na prossecução dos objectivos que se propuserem a executar.
“Esperamos que, com a tomada de posse dos novos Órgãos Sociais estejam criadas as condições para a continuação dos trabalhos técnicos já iniciados envolvendo os diversos pelouros da CTA, a direcção e a contraparte do Governo para que possamos cumprir os objectivos do modelo de Diálogo Público-Privado acordado entre as partes e quanto cedo possamos concluir a matriz de prioridades de reformas que devem ser cumpridos até este ano de 2017”, disse Max Tonela em representação do Governo de Moçambique, tendo de seguida destacado: “Esperamos contar com a rica contribuição e parceria dos novos Órgãos Sociais para que de forma célere e séria possamos trabalhar no aprofundamento das medidas de reforma orientadas para a melhoria do ambiente de negócios, identificando e eliminando todas as barreiras ao desenvolvimento da actividade empresarial, implementando medidas que promovam o investimento, bem como a facilitação do comércio e o desenvolvimento do sector privado em Moçambique”.

 

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Por seu turno, Salimo Abdula, na sua qualidade de Presidente Cessante da Mesa de Assembleia-Geral, falou do seu percurso no associativosto empresarial, tendo deixado um breve historial de como passou a fazer parte da CTA. Disse que entrou para o associativismo empresarial no ano 2000, pela porta da Associação Comercial de Maputo e ao longo da sua estadia na CTA, assumiu por dois mandatos o cargo de Presidente do Conselho Directivo e a Presidência da Mesa de Assembleia-Geral. Ao cessar as suas actividades, Salimo Abdula disse carregar consigo um sentimento único, o de dever cumprido e realizações. Exortou ao novo elenco a advogar pela melhoria do ambiente de negócios. Endereçou parabéns ao Conselho Directivo cessante pelo trabalho desenvolvido em prol de uma CTA cada vez mais forte e desejou muitos sucessos aos novos Órgãos Sociais.