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CTA convida empresários chineses a investirem mais na agricultura

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A CTA convidou na última Quarta-feira, 14 de Junho, empresários chineses a aproveitarem o máximo as potencialidades que Moçambique oferece, investindo mais na agricultura, pois o País possui condições climáticas favoráveis para a diversificação de produtos agrícolas e o mercado está garantido porque os actuais níveis de produção são continuamente inferiores às necessidades locais. Recorde-se que, a nova Direcção da CTA elegeu a agricultura como sua aposta.

Falando no encontro sobre cooperação da capacidade produtiva entre a China e os Países de Língua Portuguesa, o Vice-Presidente da CTA, Álvaro Massinga, referiu que, apesar do grande potencial existente, actualmente, a nossa agricultura encontra-se num processo gradual de transformação estrutural, no entanto, ainda lento, e precisa de evoluir de uma agricultura predominantemente de subsistência para uma agricultura orientada para o mercado.

Para isso, o Vice-Presidente da CTA sublinhou que “temos que aumentar o rendimento por hectare nas culturas e melhorar o maneio na criação de gado e na avicultura. Isto se pode concretizar com o uso de tecnologia moderna para aumentar a produtividade, reduzir os custos e assegurar a qualidade”.
Para além do potencial agrícola, Álvaro Massinga destacou o turismo, transportes, indústria e o sector energético, este último cujo potencial energético inclui vastas reservas de carvão, gás e petróleo, que pode conferir à economia moçambicana o crescimento económico mais rápido a partir de 2022.
“O boom energético de Moçambique é complementado por construção de infra-estrutura rápida, no entanto, a capacidade de transporte e logística continua a ser o maior desafio do país. O sector extractivo é incapaz de transportar todos os produtos extractivos, por isso Moçambique precisa de resposta a longo prazo, ou seja, grandes investimentos nestes sectores e aqui, as empresas chinesas de tecnologias de produção têm um vasto mercado”, elucidou, realçando a necessidade de se ter um programa específico para fortalecer a capacidade produtiva do país, que pode ser através do estabelecimento de parques industriais e reforço da cooperação nas áreas económica com a China.
Na indústria de carne de frango, referiu que a China tem conhecimento e experiência para lidar com toda a cadeia de valor avícola, sendo que o seu conhecimento e investimento podem ser úteis na produção de pintos, fábrica de rações, matadouro e farmácias de veterinária e equipamentos.
Na produção agrária e processamento de produtos frescos, as grandes oportunidades assentam nos 15 produtos estratégicos identificados pelo Governo para o desenvolvimento e investimentos no sector agrário, dentre eles o milho, arroz, feijões, banana, batata, soja, gergelim e carnes.
Para responder a estes desafios, a CTA, como representante do sector privado em Moçambique, tem-se engajado, com o Governo, no desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas através de identificação de políticas e quadro regulamentar mais propício para o efeito.
“Esta tem sido a forma através da qual, a CTA contribui para a criação da capacidade produtiva em Moçambique. Entretanto, ainda é pouco: queremos mais!”, referiu Álvaro Massinga.

Linhas de financiamento
Por seu turno, a Secretária-geral do Fórum de Cooperação Económica e Comercial entre China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum Macau), Xu Yingzhen, disse que o Fórum compromete-se a ajudar a promover o desenvolvimento de Moçambique através de facilitação do acesso a financiamentos chineses para os diversos projectos empresariais. Entretanto, esclareceu que o Fórum não tem um papel decisório, apenas serve de facilitador para aceder a financiamentos.
“O nosso trabalho é meramente a promoção da concretização dos projectos, mas têm que ser as empresas a negociarem o financiamento com as instituições financeiras conforme a viabilidade dos projectos e do mercado”, anotou.

Moçambique porta de entrada
Na sua intervenção, a Secretária Permanente do Ministério da Indústria e Comércio, Carla Soto, convidou os empresários chineses a investirem em Moçambique a título individual ou em parceria com os empresários nacionais. Realçou que o Governo está empenhado na melhoria do quadro legal e institucional de modo a melhorar o ambiente de negócios no país.
Revelou que, nos últimos cinco anos, Moçambique recebeu investimentos estrangeiros estimados em mais de 25 biliões de dólares norte -americanos, sendo que desta cifra a China tem um grande peso.
Reafirmou a vontade demonstrada pela China e Moçambique no reforço das suas relações económicas através de vários projectos já submetidos ao Governo chinês para serem financiados, dos quais sobressai a industrialização e modernização da agricultura. Carla Soto convidou a China a usar Moçambique como porta de entrada ao continente africano.
Importa, entretanto, referir que, as relações Moçambique-China são de longa data, e a China tem Moçambique como um dos maiores parceiros comerciais ao nível de África, facto que se traduz nos cerca de 92 projectos aprovados nos últimos 7 anos, no valor de 823 milhões de dólares norte-americanos de investimento directo chinês, que criou mais de 14 mil postos de trabalho em Moçambique.

 

Governo simplifica procedimentos para o exercício de actividades económicas

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Os procedimentos para o exercício de actividade económicas no país, com destaque para a questão dos prazos e custos para aceder a esta actividade, poderão ser cada vez mais simplificados como forma de atrair mais investimentos e melhorar, por esta via, o ambiente de negócios em Moçambique. Para o efeito, reunido na última terça­-feira, na sua 19ª Sessão Ordinária, o Conselho de Ministros aprovou o decreto que aprova o Regu­lamento Simplificado para o exercício de actividades económicas e revoga o decreto número 5/2012, de 7 de Maio e o número 1 do artigo 25 do Regulamento de Licenciamento da Actividade Indus­trial, aprovado pelo decreto número 22/2014, de 16 de Maio. A nova legislação servirá, também, para estimular a inserção dos operadores do sector informal na esfera formal.

Concretamente, o decreto aprovado visa estabelecer o regime de licença simplificada e da certificação da mera comunicação prévia das actividades económicas que pela sua natureza não acarretem impac­tos negativos para o ambiente, para a saúde pública, para a segurança e para a economia em geral.
A Vice-ministra da Cultura e Turismo, e porta-voz do Conselho de Ministros, Ana Comoana, explicou que o objectivo último é atrair cada vez mais os investimentos, melhorar cada vez mais o ambiente de negócios através da simplificação dos procedi­mentos, da redução dos prazos e dos custos para o empresariado nacional e estrangeiro.
Ainda no que tange à facilitação do exercício comercial no país o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo anunciou, recentemente, a criação de um serviço de mediação para a resolução, de forma rápida e satisfatória, de conflitos comerciais, o que poderá imprimir maior dinamismo neste tipo de processos e um ambiente favorável ao negócio no país. Trata-se de um serviço que, em princípio, poderá entrar em vigor a partir do presente ano.
A mediação é um serviço criado para oferecer mecanismos alternativos na resolução de disputas e oferece um ambiente neutro e informal onde as partes podem discutir as suas diferenças sem a presença de nenhum juiz.

CTA e CCMI preparam Missão Empresarial à Itália

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A CTA e a Câmara de Comércio Moçambique-Itália (CCMI) estão a organizar uma Missão Empresarial à Itália, que vai escalar as cidades de Roma e Milão, de 10 a 13 de Julho do ano em curso, com foco nos sectores de petróleo e gás, agro-indústria, energia, turismo, construção civil, finanças, transporte e logística.

Na Cidade de Roma está previsto nos dias 10 e 11, um Fórum de Negócios Moçambique-Itália, B2B´s e roundtables temáticos (excepto o sector de serviços financeiros), com objectivo de promover parcerias e oportunidades de investimentos entre os empresários dos dois países.
Já nos dias 12 e 13, a Delegação Empresarial trabalhará na Cidade de Milão, onde estão previstos encontros sectoriais entre homens de negócios e visitas a empresas.
Falando numa Conferência de Imprensa, convocada para anunciar a realização da Missão, Simone Santi, Presidente da Câmara de Comércio Moçambique-Itália, disse que em Roma, para além do Fórum de Negócios serão organizadas mesas-redondas temáticas com apresentações da parte moçambicana e italiana. Já em Milão, está previsto um business breakfast com bancos e organizações financeiras para analisar formas de facilitar contactos com o estrangeiro e mobilizar formas de financiamento para as empresas moçambicanas.
As visitas a empresas serão organizadas de forma autônoma entre os empresários conforme os interesses de cada um.
Segundo Simone Santi, espera-se uma maior participação dos empresários moçambicanos, com adesão no mínimo de 50 empresários. Neste contexto, convida-se aos empresários a procederem à inscrição, o mais breve possível, na Sede da CTA.
Na próxima Quinta-feira, dia 22 de Junho, pelas 17 horas, terá lugar o primeiro encontro de apresentação e concertação em Maputo, no Espaço Itália, com as empresas interessadas.

EMPRESÁRIOS MOÇAMBICANOS NOS EUA À BUSCA DE OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

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Liderada pelo Presidente da CTA, Agostinho Vuma, uma Delegação Empresarial Moçambicana encontram-se em Washington, Estados Undos da América (EUA), desde o passado dia 13 de Junho, à busca de oportunidades de negócios e investimentos. São mais de 30 empresários de diferentes áreas económicas com realça para os sectores de agronegócios e energia. Para além de encontros sectoriais e visitas a empresas, a Delegação Empresarial Moçambicana participou no Fórum de Negócios e Investimentos EUA – África.

Uma particularidade desta Missão é que os encontros de negócios são multilaterais, portanto, participam diversos países africanos como Gana, Nigéria e Marrocos na 11ª Bienal de Negócios que conta, também, com a participação do Secretário de Estado Norte-Americano, Rex Tillerson. A Delegação parte amanhã, dia 15, de regresso a Maputo.

CTA reúne-se com o Primeiro-Ministro

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O novo modelo de Diálogo Público-Privado (DPP) foi reformulado em 2015, passando a ser formal através de assinatura de um Memorando de Entendimento sobre a agenda de prioridades das reformas. Neste processo, a liderança do processo de reformas no seio do Governo foi elevada e aumentada a interacção entre os membros do Governo e o Sector Privado. Assim, a nível do Governo, a direcção e liderança do diálogo com o Sector Privado passou para o Primeiro-Ministro e o Ministro da Indústria e Comércio ficou coordenador para a implementação efectiva do DPP. É, entretanto, nesta qualidade de líder no processo do Diálogo Público-Privado que a nova Direcção da CTA solicitou um encontro com o Primeiro-Ministro para discutir assuntos conducentes a reformas para melhoria do ambiente de negócios no País.