A CTA recebeu hoje, na sua sede, os representantes da Global Edge dos EUA e investidores do Qatar, que manifestaram interesse em investir no mercado moçambicano.
A delegação apresentou o seu interesse em explorar oportunidades de investimento nos sectores de mineração e de petróleo e gás, considerados estratégicos para o desenvolvimento económico do país.
Durante o encontro, a CTA apresentou o ambiente de negócios em Moçambique, as oportunidades existentes na cadeia de valor dos recursos naturais, bem como os mecanismos de facilitação de investimento e de parceria com o sector privado nacional.
A CTA manifestou total disponibilidade para apoiar a empresa no processo de prospecção e estabelecimento de parcerias locais, reforçando o seu papel como plataforma de ligação entre investidores estrangeiros e o empresariado moçambicano, com vista à promoção de investimentos sustentáveis e com conteúdo local.
A visita da Global Edge insere-se na colaboração voluntária e compromisso desta entidade em promover o investimento em Moçambique, através da conexão entre empregadores e talento local, mas também, atraindo potenciais investidores, desta forma suportando o desenvolvimento económico do país.
Este é apenas mais um compromisso da Global Edge com Moçambique. De recorder que esta organização, que mobiliza pessoal técnico especializado para projectos em Moçambique desde 2010, tem apoiado a promoção de investimento estrangeiro no país, tendo em Outubro de 2025 patrocinado o encontro de negócios organizado pela Câmara de Comércio USA-Africa, em Houston, EUA e que contou com a presença de Sua Excia. Daniel Chapo, Presidente de Moçambique. Apoiou também, a capacitação de profissionais moçambicanos de forma indirecta, através da Iniciativa Doyenne, que permitiu a pós-graduação de 3 Engenheiras Moçambicanas em Engenharia de Fiabilidade na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, num programa de investimento de cerca de 600,000 dólares americanos.
A reunião de hoje vem também realçar o crescente interesse de investidores do Médio Oriente no mercado moçambicano, sobretudo em sectores extractivos com elevado potencial de crescimento.
