CTA QUER CELERIDADE NA IMPLEMENTAÇÃO DE REFORMAS PARA MELHORIA DO AMBIENTE DE NEGÓCIOS

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O Vice-presidente da CTA, Castigo Nhamane, disse hoje, 10 de Julho, em Maputo, que, a despeito dos progressos registados, constata-se muita lentidão na implementação de reformas conducentes à melhoria do ambiente de negócios no país.

Falando no Seminário de Divulgação do Plano de Acção para a Melhoria do Ambiente de Negócios 2019 – 2021 (PAMAN), Castigo Nhamane referiu que, entre 2007 e 2014 a média de tempo para aprovação de reformas era de 3 anos e com o novo modelo do DPP instituído em 2015, regista-se uma tendência de melhoria substancial na velocidade de reformar, com um tempo médio de efectivação das reformas a situar-se em 1 a 2 anos. Contudo, uma tendência contrária foi registada em 2018, onde dos 11 pontos inscritos na Matriz de Prioridades de Reformas, aprovada pelo Governo e o Sector Privado, nenhum foi concluído dentro do tempo previsto.

Sublinhou que, o desiderato do Sector Privado é ver criado um ambiente facilitador que permita a atracção de investimentos interno e externo num quadro que promova a transferência de capacidade e tecnologia para empresas moçambicanas.

“Queremos sair do incómodo intervalo das posições 130ª a 140ª em que temos sido classificado nas avaliações do Doing Business, para posições de 2 dígitos. A nossa economia tem tudo para crescer a ritmos galopantes e esse crescimento deve ser propiciado por um melhor ambiente de negócios”, referiu o Vice-presidente da CTA, que espera que o PAMAN 2019 – 2021 seja um plano de acção aglutinador de todos os instrumentos para melhoria do ambiente de negócios, que permite ajustamentos e respostas rápidas às mudanças contextuais sem perder sua relevância e efectividade e que possua uma motivada estrutura implementadora.