MEMBRO DO CONSELHO EMPRESARIAL NACIONAL (CEN): Grupo VIP Hotels em Moçambique veio para ficar

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Fundado em 1978 em Portugal por uma Família com laços à Moçambique, o Grupo VIP Hotels, membro do Conselho Empresarial Nacional na CTA, é, hoje, uma referência em Moçambique no ramo de Hotelaria e Turismo, com 5 unidades hoteleiras, em Maputo, Beira e Tete, e um projecto ambicioso de expansão para outras capitais provinciais

Em Moçambique, o Grupo VIP Hotels iniciou as suas operações em 2002, com a abertura do VIP Grand Maputo, 5* e 204 quartos, que na altura era o maior hotel em termos de capacidade do país. Cerca de 18 anos depois, é um dos maiores grupos hoteleiros no país, com um total de 551 quartos, e mais de 400 trabalhadores nas cinco unidades que possui.
Em entrevista a “CTA Newsletter”, Dado Gulamhussen, Director de Operações em Moçambique, revelou que o Grupo tem um plano de consolidar a sua presença no mercado, havendo ainda espaço para abertura de novas unidades por acreditar no potencial que Moçambique tem para oferecer.
“Confiamos muito no nosso país, tem potencial por isso apostamos no aumento do investimento”, referiu.
No associativismo empresarial, para além de membro da CTA, o Grupo VIP Hotels é membro da Associação de Hotéis do Sul de Moçambique, da CE-CPLP – Confederação Empresaial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, e preside a Comissão especializada de Hotelaria e Restauração, onde pretende dar o seu contributo para o bem do sector ao nível da Comunidade.
Membro da CTA desde a criação do Conselho Empresarial Nacional (CEN), o Grupo VIP Hotels mostra-se satisfeito com o trabalho que tem vindo a ser realizado pela CTA em defesa dos interesses dos seus membros e do empresariado nacional no geral. Propõe a realização de encontros periódicos entre os membros do CEN como forma de criar maiores sinergias entre si.
Em termos de ambiente de negócios no sector, referiu-se à necessidade de introdução de taxa de turismo, fundo que seria alocado para construção e melhoramento de infraestruturas, como vias de acesso, hospitais , centros de saúde, escolas , centros de formação que são fundamentais para o crescimento do turismo. Considera também importante a criação de um gabinete responsável pela criação de uma estratégia integrada de divulgação e venda de Moçambique como um potencial destino turístico, bem como a captação de eventos de impacto a nível regional e internacional. Propôs ainda a revisão do IVA para o sector do turismo.
Apontou como barreira as elevadas taxas de juro praticados pelos Bancos Comerciais, o que reduz a possibilidade de investimento e expansão do negócio.