Oportunidade para exibir as potencialidades agrícolas

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O Vice-presidente da CTA, Álvaro Massinga, referiu que a FACIM constitui uma grande oportunidade para a exibição das potencialidades agrícolas do país neste momento em que, o agronegócio como agenda central para o futuro de Moçambique, coloca o sector agrícola num lugar cimeiro de investimento e aposta, para permitir a criação de emprego, aumento da qualidade dos produtos acabados e da produção local de matérias-primas que alimentam a economia nacional.

Moçambique possui vantagens competitivas em termos agrícolas e deverá saber tirar partido das oportunidades do mercado e investir não apenas no cultivo das matérias-primas, mas também na sua transformação em produtos acabados de qualidade e com capacidade competitiva.
Outrossim, sublinhou Álvaro Massinga: “como pode-se ver nesta Feira, Moçambique pode ganhar um papel de relevo nos próximos anos, se souber apostar no desenvolvimento de um turismo nacional e investir na formação de capacidades locais que consigam introduzir algo de novo e ao mesmo tempo tradicional e étnico nesta actividade que pode ser o verdadeiro motor do desenvolvimento, olhando para as ricas potencialidades e diversidade invejável e geográfica nacional”.
Como representante da classe empresarial moçambicana, o Vice-presidente da CTA lançou um desafio: “Neste período da FACIM está proibido falar em crise. Conforme bem se diz, a crise é um momento de oportunidade de crescimento para os bons. O nosso foco deve, pois, ser, como bons empreendedores e investidores, olhar para todas as potencialidades existentes aqui nesta feira e que podem induzir o desenvolvimento”.