Confederação das Associações Económicas de Moçambique

Retoma da CASP simboliza a pertinência do Diálogo Público-Privado

O Ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, considera que a retoma da realização da CASP, depois de em 2020 não ter sido realizada devido às medidas de prevenção e mitigação da COVID-19, é um sinal claro da pertinência do Diálogo Público-Privado e não se deve vergar perante a pandemia.

“Este exercício deve ser mais uma arma para o combate a mesma (pandemia), pois de facto a interação entre os empresários, governos, parceiros de cooperação permite que de uma forma estruturada e coordenada possamos identificar as necessidades das nossas intervenções para reformar o ambiente de negócios para garantir a recuperação empresarial económica”, salientou Carlos Mesquita, para quem a realização da 1a Conferencia Nacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas em Abril, do I Fórum de Negócios da SADC em Junho, do VII Conselho de Monitoria de Ambiente de Negócios (CMAN) e da 56a FACIM no passado mês de Agosto, todos estes eventos em formato híbrido (presencial e virtual), foram mais um testemunho de que a vida económica deve continuar, adaptada ao novo normal e dão ainda a certeza de que a XVII CASP tem todos condimentos para se efectivar e alcançar os objectivos preconizados.
Não obstante estas adversidades, o Ministro da Indústria e Comércio destacou o crecimento que a economia nacional registou no primeiro trimestre de 2021, ao situar em cerca de 0.12% em relação ao período homólogo de 2020 e com uma taxa de inflação que atingiu 5.48% em Julho do presente ano.
Segundo o governante, esta dinâmica da economia nacional é um sinal positivo tendo em conta que, em 2020, o país registou um crescimento situado na ordem de -1.3%, o que demonstra resiliência do tecido empresarial, a capacidade criativa e o protagonismo cimeiro, principais determinantes para melhorar e relançar a economia.
Mencionou a simplificação de processos, procedimentos e custo, melhoria da competitividade, atração de investimentos e a eliminação das barreiras à entrada de novos operadores no mercado, como sendo as prioridade do presente Ciclo Governativo. Sendo que, a materialização deste desiderato é sustentada pelo reforço e implementação do quadro legal e das políticas nas diversas áreas de desenvolvimento visando o aumento da confiança do cidadão nos sistemas de Administração Pública e da Justiça.
“Como Governo, vamos continuar com acções de reformas visando atrair os investidores estrangeiros e incentivar o empresariado nacional a aumentar o investimento dentro do território nacional, tendo como base um ambiente de negócios mais atractivo, um quadro macroeconómico mais robusto e uma cooperação internacional que reforce e estimule a integração económica”, salientou.

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